A Ilha da Queimada Grande, popularmente conhecida como Ilha das Cobras, é uma ilha brasileira localizada no Oceano Atlântico, a aproximadamente 35 km da costa do estado de São Paulo. É administrada pelo município de Itanhaém. Sua área é de aproximadamente 430.000 metros quadrados. A ilha é famosa por sua alta concentração de cobras, especialmente a Bothrops insularis, uma espécie de jararaca endêmica da ilha e considerada uma das cobras mais venenosas do mundo.
A principal característica da ilha é a presença massiva de cobras, com uma estimativa de uma a cinco cobras por metro quadrado em algumas áreas. Além da Bothrops insularis (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Bothrops%20insularis), a ilha abriga outras espécies de aves, insetos e outros pequenos animais, mas a biodiversidade geral é relativamente limitada devido ao ambiente insular e à alta população de predadores. A vegetação é composta principalmente por Mata Atlântica, com áreas de mata rasteira e formações rochosas.
A Bothrops insularis (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Bothrops%20insularis) está criticamente ameaçada de extinção devido à sua distribuição restrita a esta única ilha e à degradação do habitat. Outras ameaças incluem a caça ilegal (biopirataria) para fins de colecionismo e comércio de animais exóticos, além de incêndios florestais, que podem destruir o habitat natural da espécie. A ilha é atualmente protegida pelo governo brasileiro e é proibida a entrada de visitantes sem autorização especial, visando a preservação da fauna e flora locais.
O acesso à Ilha da Queimada Grande é restrito a pesquisadores e membros da Marinha do Brasil. A Marinha é responsável por manter o farol da ilha, automatizado desde a década de 1920. Pesquisadores que estudam a Bothrops insularis (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Bothrops%20insularis) e outros aspectos da ecologia da ilha precisam de permissões especiais para realizar seus trabalhos.
Existem diversas lendas e histórias sobre a origem da grande população de cobras na ilha. Uma delas sugere que piratas teriam soltado as cobras na ilha para proteger um tesouro escondido. Outra lenda conta que um fazendeiro incendiou a ilha para limpar a área e transformá-la em pastagem, resultando na proliferação das cobras após a destruição da vegetação original. Essas histórias contribuem para o mistério e a reputação perigosa da ilha.
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